Ficha técnica

Selo Mecânico MG13

Selo mecânico MG13 — variante com fole em elastômero, imune a incrustações no eixo. Segue a norma EN 12756 e substitui diretamente MG1 e MG12 nas mesmas medidas.

Foto principal e especificação do selo mecânico MG13

Selo mecânico MG13 — vista principal

Modelo MG13

Selo mecânico MG13 — variante com fole em elastômero, imune a incrustações no eixo. Segue a norma EN 12756 e substitui diretamente MG1 e MG12 nas mesmas medidas.

Modelo
MG13
Categoria
Selo mecânico
Faces
3 opções
Elastômeros
3 opções
Solicitar orçamentoWhatsApp

02 — Descrição técnica

Sobre o selo mecânico MG13

Tipo de selo mecânico

Selo mecânico simples, não balanceado, de fole elastomérico rotativo, com mola helicoidal única e rotação independente do sentido de giro.

Características construtivas

Variante da série MG com fole de cauda ainda mais estendida (comprimento l1N), para atingir o comprimento de montagem exigido pela EN 12756 quando usada com sede G6 ou G60 em bocais mais profundos. Face rotativa em carvão, silício ou tungstênio; sede estacionária no bocal; componentes metálicos em aço inoxidável.

Princípio de funcionamento

A vedação primária ocorre pelo contato axial entre a face rotativa e a sede estacionária. A mola mantém a pressão de contato constante e compensa o desgaste natural e pequenos desalinhamentos durante a operação. O fole elastomérico veda o eixo de forma estática — ele acompanha o movimento axial da face sem deslizar sobre o eixo, o que evita o desgaste por fretting e reduz o risco de travamento por incrustações.

Aplicações industriais

Bombas centrífugas, misturadores, agitadores e demais equipamentos rotativos industriais compatíveis com a configuração do modelo.

Vantagens

Construção compacta, montagem simples, proteção do eixo ao longo de todo o comprimento do selo, ampla intercambiabilidade e disponibilidade em diversas medidas de eixo e combinações de faces/elastômeros.

03 — Galeria

Galeria do produto

Fotos reais organizadas por combinação de faces. Cada grupo comporta 4 fotos.

Silício × Silício (SiC)

Selo mecânico MG13 — Silício × Silício (SiC) — foto 1
Selo mecânico MG13 — Silício × Silício (SiC) — foto 2
Selo mecânico MG13 — Silício × Silício (SiC) — foto 3
Selo mecânico MG13 — Silício × Silício (SiC) — foto 4

04 — Desenho técnico

Vista dimensional

Desenho técnico do selo mecânico MG13

05 — Tabela de medidas

Medidas disponíveis

Consulte a especificação completa. Dimensões e códigos internos serão publicados conforme validação técnica.

Medida do eixoCódigoDimensõesDesenhoAção
10 mmA definirA definirA definirVer ficha →
12 mmA definirA definirA definirVer ficha →
14 mmA definirA definirA definirVer ficha →
16 mmA definirA definirA definirVer ficha →
18 mmA definirA definirA definirVer ficha →
20 mmA definirA definirA definirVer ficha →
22 mmA definirA definirA definirVer ficha →
24 mmA definirA definirA definirVer ficha →
25 mmA definirA definirA definirVer ficha →
28 mmA definirA definirA definirVer ficha →
30 mmA definirA definirA definirVer ficha →
32 mmA definirA definirA definirVer ficha →
35 mmA definirA definirA definirVer ficha →
38 mmA definirA definirA definirVer ficha →
40 mmA definirA definirA definirVer ficha →
43 mmA definirA definirA definirVer ficha →
45 mmA definirA definirA definirVer ficha →
48 mmA definirA definirA definirVer ficha →
50 mmA definirA definirA definirVer ficha →
55 mmA definirA definirA definirVer ficha →
60 mmA definirA definirA definirVer ficha →
65 mmA definirA definirA definirVer ficha →
70 mmA definirA definirA definirVer ficha →
75 mmA definirA definirA definirVer ficha →
80 mmA definirA definirA definirVer ficha →
85 mmA definirA definirA definirVer ficha →
90 mmA definirA definirA definirVer ficha →
95 mmA definirA definirA definirVer ficha →
100 mmA definirA definirA definirVer ficha →

06 — Características

Especificação técnica

ModeloMG13
TipoSimples, não balanceado
Sentido de rotaçãoIndependente (bidirecional)
Tipo de molaMola helicoidal única, externa ao fole
Tipo de vedação secundáriaFole elastomérico rotativo (vedação estática sobre o eixo)
Vedação da sedeO-ring estático (sede na câmara/bocal)
FamíliaMG (série MG1 / MG12 / MG13) — mesma construção, cauda do fole com comprimentos diferentes
ObservaçõesMesma construção do MG1 e do MG12 (fole elastomérico + mola helicoidal); a cauda mais longa apenas adapta o comprimento de montagem. Especificação final depende das condições reais de operação.
Comprimento do foleCauda longa (l1N) — para uso com sedes G6 ou G60

07 — Materiais / Faces

Opções de faces de vedação

Face de vedação Carvão × Cerâmica / Inox — selo mecânico
Carvão × Cerâmica / Inox — imagem 1
Carvão × Cerâmica / Inox — imagem 2
Carvão × Cerâmica / Inox — imagem 3
Carvão × Cerâmica / Inox — imagem 4

Carvão × Cerâmica / Inox

Descrição
Par de faces de uso geral: face rotativa em carvão grafite antifricção e sede estacionária em cerâmica (Al₂O₃) ou aço inoxidável.
Vantagens
Baixo coeficiente de atrito, custo acessível e bom desempenho em fluidos limpos.
Aplicações
Água limpa, água potável, líquidos leves e fluidos sem partículas abrasivas.
Face de vedação Silício × Silício (SiC) — selo mecânico
Silício × Silício (SiC) — imagem 1
Silício × Silício (SiC) — imagem 2
Silício × Silício (SiC) — imagem 3
Silício × Silício (SiC) — imagem 4

Silício × Silício (SiC)

Descrição
Par de faces em carbeto de silício, cerâmica técnica de alta dureza e excelente condutividade térmica.
Vantagens
Elevada resistência ao desgaste, boa dissipação de calor e resistência química ampla.
Aplicações
Fluidos com sólidos leves, produtos químicos e serviços com maior severidade térmica.
Foto principal em breve

Tungstênio × Tungstênio (WC)

Descrição
Par de faces em carbeto de tungstênio, material de altíssima dureza e resistência mecânica.
Vantagens
Resistência superior à abrasão e a choques mecânicos.
Aplicações
Lamas, polpas abrasivas, mineração e efluentes com sólidos em suspensão.

08 — Elastômeros

Opções de elastômeros

Buna (NBR)

Descrição
Elastômero de nitrila, padrão comercial para vedações dinâmicas em serviços gerais. Faixa típica de temperatura: −30 °C a +100 °C.
Aplicações
Água, óleos minerais, combustíveis alifáticos e fluidos hidráulicos convencionais.
Observações
Não indicado para ozônio, solventes aromáticos ou temperaturas elevadas. Faixa de temperatura é referencial — confirme com a equipe técnica conforme fluido e pressão.

EPDM

Descrição
Etileno-propileno-dieno, com boa resistência a água quente, vapor e produtos químicos polares. Faixa típica de temperatura: −40 °C a +140 °C.
Aplicações
Água quente, vapor de baixa pressão, soluções ácidas e alcalinas diluídas.
Observações
Incompatível com óleos minerais e derivados de petróleo. Faixa de temperatura é referencial — confirme a compatibilidade química antes da aplicação.

Viton (FKM)

Descrição
Fluorelastômero de alta resistência química e térmica. Faixa típica de temperatura: −20 °C a +200 °C.
Aplicações
Hidrocarbonetos, óleos, combustíveis, solventes e ambientes químicos agressivos.
Observações
Não recomendado para vapor, água superaquecida ou aminas. Faixa de temperatura é referencial — validação técnica é obrigatória para cada aplicação.

09 — Aplicações

Setores atendidos

Bombas centrífugas

Saneamento

Mineração

Papel e celulose

Indústria química

Irrigação

Alimentos e bebidas

Processos industriais

Observação: a aplicação depende dos materiais selecionados e das condições reais de operação.

10 — Instalação

Como instalar corretamente

Passo a passo geral. A sequência exata pode variar conforme o cabeçote do equipamento — consulte a equipe técnica em casos específicos.

  1. 1Verifique se o eixo e o bocal estão limpos, sem rebarbas, riscos ou resíduos do selo anterior.
  2. 2Lubrifique levemente o fole elastomérico (com o próprio fluido de processo ou glicerina) para facilitar o deslizamento sobre o eixo sem torcer ou danificar o elastômero.
  3. 3Posicione a sede estacionária no bocal, com o O-ring estático já montado, garantindo assentamento uniforme sem inclinação.
  4. 4Deslize o conjunto rotativo (fole + face + mola) até a cota de compressão indicada na tabela de medidas — nunca comprima a mola além do especificado.
  5. 5Gire o eixo manualmente após a montagem para confirmar que as faces assentam sem interferência mecânica.
  6. 6Faça o teste de estanqueidade com baixa pressão antes de colocar o equipamento em operação plena.

11 — Manutenção

Manutenção e sinais de troca

O que observar durante a operação para saber a hora certa de substituir o selo.

  • Inspecione visualmente o selo a cada parada programada — vazamento por gotejamento leve nos primeiros minutos de operação é normal em selos novos e tende a cessar após o amaciamento das faces.
  • Vazamento contínuo ou crescente indica desgaste das faces, dano no fole ou operação fora da faixa admissível — não prorrogue o uso nessas condições.
  • Na troca, substitua sempre o conjunto completo (face + fole + mola) e o O-ring da sede — não reutilize elastômeros já comprimidos.
  • Verifique se o fluido de processo é compatível com o elastômero do fole antes de repor com um selo já em estoque.
  • Evite operação a seco, mesmo por curtos períodos — é a principal causa de falha prematura das faces.
  • Registre a data de instalação e o lote do selo para rastreabilidade em caso de falha recorrente.

13 — FAQ

Perguntas frequentes sobre o MG13

15 — Orçamento

Solicite orçamento do MG13

Preencha os campos e nossa equipe técnica retornará com a especificação correta.

Ao enviar, você será direcionado ao WhatsApp com os dados preenchidos.

Selo Mecânico MG13 — variante de cauda longa

O selo mecânico MG13 é a variante da série MG com o fole de cauda mais longa, usada para atingir o comprimento de montagem exigido pela EN 12756 em bocais mais profundos, também combinada com sede G6 ou G60. Compartilha a mesma arquitetura de fole elastomérico rotativo do MG1 e do MG12.

O que é o selo mecânico MG13

O MG13 é um selo mecânico simples, não balanceado, com mola helicoidal única, rotação independente e vedação secundária por fole em elastômero — a mesma arquitetura do MG1 e do MG12. O que o diferencia é o comprimento da cauda do fole (l1N), o mais longo da série, usado quando o bocal da bomba exige maior comprimento de montagem.

Fisicamente, o MG13 segue as mesmas cotas de eixo e alojamento de sede da norma EN 12756 dos irmãos MG1 e MG12, permitindo substituição direta em qualquer bomba padronizada que use sede G6 ou G60.

Diferença do MG13 em relação ao MG1 e ao MG12

Os três modelos usam o mesmo princípio de vedação por fole elastomérico estático sobre o eixo. A diferença entre eles é exclusivamente o comprimento da cauda do fole:

  • MG1 — cauda padrão (l1), usado com sedes G4 ou G9.
  • MG12 — cauda estendida (l1k), usado com sedes G6 ou G60.
  • MG13 — cauda longa (l1N), para bocais mais profundos, também com sedes G6 ou G60.

MG13 e a norma EN 12756

O MG13 é padronizado dentro da norma EN 12756 (antiga DIN 24960), compartilhando as mesmas medidas de eixo e alojamento de sede do MG1 e do MG12 — variando apenas o comprimento total de montagem. Isso significa que qualquer bomba centrífuga preparada para receber o comprimento l1N recebe um MG13 sem retrabalho no cabeçote.

Quando utilizar o MG13

O MG13 é a escolha correta sempre que o cabeçote da bomba exige o maior comprimento de montagem da série, geralmente em conjunto com sedes G6 ou G60 em bocais profundos. Como toda a série MG, também é uma boa escolha em fluidos com tendência a formar depósitos sobre o eixo, já que o fole não desliza sobre ele:

  • Bocais de bomba mais profundos, que exigem o comprimento l1N para o assentamento correto do selo.
  • Água dura — alto teor de carbonatos e cristalização junto ao eixo.
  • Fluidos com sólidos precipitados leves em bombas centrífugas.
  • Processos com risco de cristalização em torno do eixo — açúcar, salmoura, algumas soluções químicas.
  • Circuitos com paradas frequentes, onde depósitos poderiam se acumular sobre um selo com vedação deslizante — o fole do MG13 permanece estático sobre o eixo.

Compatibilidade e intercambiabilidade

Por seguir EN 12756, o MG13 substitui diretamente qualquer MG1 ou MG12 nas mesmas medidas de eixo, desde que a sede instalada (G6 ou G60) seja compatível com o comprimento l1N. É compatível com bombas KSB, Schneider, Thebe, Dancor, Somar, IMBIL, Ferrari, Mark, Grundfos, Ebara e demais marcas do mercado brasileiro.

O elastômero do fole deve ser escolhido conforme o fluido bombeado — NBR para água, EPDM para vapor e produtos químicos polares, FKM (Viton) para hidrocarbonetos e ambientes agressivos, HNBR para óleos com altas temperaturas.

Comparativo MG1 × MG12 × MG13

MG1, MG12 e MG13 usam exatamente a mesma arquitetura: fole elastomérico rotativo (vedação secundária estática sobre o eixo, sem deslizamento), mola helicoidal única e sede estacionária. A única diferença entre os três é o comprimento da cauda do fole, que define qual sede (G4, G9, G6 ou G60) o modelo acompanha conforme a norma EN 12756.

CritérioMG1MG12MG13
Princípio de vedaçãoFole elastomérico rotativo com mola helicoidal única — vedação estática sobre o eixo, sem deslizamento.Mesma construção do MG1: fole elastomérico + mola helicoidal única.Mesma construção do MG1: fole elastomérico + mola helicoidal única.
Comprimento do fole (L1)Cauda padrão (l1) — sedes G4 ou G9. Configuração mais comum e mais econômica.Cauda estendida (l1k) — sedes G6 ou G60, para cabeçotes que exigem maior comprimento de montagem.Cauda longa (l1N) — sedes G6 ou G60, para bocais mais profundos.
Norma EN 12756Sim — dimensões conforme EN 12756, comprimento l1.Sim — segue EN 12756, comprimento l1k.Sim — segue EN 12756, comprimento l1N.
Vedação secundáriaFole elastomérico — não desliza sobre o eixo.Fole elastomérico — não desliza sobre o eixo.Fole elastomérico — não desliza sobre o eixo.
Tolerância a incrustaçõesBoa — o fole não desliza sobre o eixo, reduzindo o risco de travamento.Boa — mesma vedação por fole do MG1.Boa — mesma vedação por fole, cauda adequada a bocais profundos.
Fluidos recomendadosÁgua limpa, água quente, condensado, óleos leves, químicos compatíveis.Mesmos fluidos do MG1 — escolha definida pela sede G6/G60 do cabeçote.Mesmos fluidos do MG1 — escolha definida pelo bocal mais profundo do cabeçote.
Setores típicosSaneamento, HVAC, indústria química leve, alimentícia.Mesmos setores do MG1, em cabeçotes com sede G6 ou G60.Mesmos setores do MG1, em cabeçotes com bocal mais profundo.